Musicistas

Quem sabe preparar boas canções.

 

Luedji Luna - 4º Episódio

Algo parecido com o centro do mundo musical, sua cidade natal Salvador já daria réguas e compassos para formar a futura cantora. Mas foi em casa que Luedji ouvia com seus pais de Milton Nascimento a Peter Tosh e as rodas de música no seu quintal que traziam todas as vertentes da arte brasileira. Por encarar o canto como parte de um todo universal, ela buscou saberes e culturas que a levaram a se interessar por estilos de Angola e Cabo Verde. Nessa mistura e imigração cultural que nasce seu primeiro disco, com o sugestivo nome “Um Corpo no Mundo”

 

Josi Lopes - 4º Episódio

Os tambores batem forte nas Gerais, em trabalhos de artistas mineiros multimídia. Entre eles está a vibrante cantora, atriz e batuqueira, como se define Josi Lopes. Ela faz shows com o trabalho próprio, com músicas de seu EP “Essência”, mas também já passou por palcos de grandes musicais como a versão brasileira de “O Rei Leão”, no papel da leoa guerreira Nala. São vários continentes que cabem na cultura brasileira, fato comprovado por novos talentos como Josi Lopes.

 

Duofel​ - 3º Episódio

                    Instrumental e muito bem arranjada,

                     a música do Duofel tem a

                    miscigenação de brasilidade, com

              europeísmos novos e antigos, mais

    pitadas das Américas. Mas ao contrário do jazz, suas vibrantes interpretações não têm espaços para improvisações. Tudo está pensado e sincronizado, com um belo resultado. Composto pelos músicos Fernando Melo (alagoano) e Luiz Bueno (paulistano), com 12 CDs gravados e mais de 150 composições editadas, o Duofel faz parte de um importante e original capítulo da música produzida no Brasil.

 

Suzana Salles - 3º Episódio

Ela parece sempre estar nas fronteiras da música. Desde a participação direta na chamada Vanguarda Paulista na década de 80, ao lado de Itamar Assumpção, até apresentações e gravações de Brecht e Weill, a cantora e compositora paulistana Suzana Salles experimenta limites. Não se limitando à música, em parcerias com os melhores grupos instrumentais e do repertório infanto-juvenil, ela também já fez comerciais, dirigiu espetáculos e projetos especiais, como curadora

 

Ana Cañas - 2º Episódio

A vocação tardia pela música surgiu através do teatro musical e ao ouvir a voz de Ella Fitzgerald. A porta dos standards de jazz deu a Ana Cañas acesso ao universo sonoro de sua carreira atual na qual convivem influências e composições de Led Zeppelin, Gil e Nando Reis, ou a improvável guarânia Índia, recriada recentemente por ela. Em 2015, Ana lança o disco “Tô Na Vida” - o quarto de estúdio da carreira. Foi produzido por Lúcio Maia (Nação Zumbi) em parceria com Ana e mixado por Mario Caldato. Gravado em São Paulo, é o primeiro disco totalmente autoral da carreira da cantora, e traz parcerias com Arnaldo Antunes e Dadi.

Mariana Aydar - 2º Episódio

A brasilidade de Mariana Aydar é múltipla e diversa, como a cultura do país. Sua obra é sofisticada e contemporânea com raízes na MPB, samba e música nordestina. É nesta última vertente que Mariana faz shows vibrantes em que homenageia Luiz Gonzaga, com quem conviveu desde pequena ao lado da mãe, produtora do artista. Em seus trabalhos, os 4 discos transitam por composições próprias e parcerias inusitadas como a que formou com o artista visual Nuno Ramos e um documentário sobre a obra de Dominguinhos marca sua estreia como diretora.

 

 

Felipe e Manoel Cordeiro - 1º Episódio

 

Os dois músicos do Pará (filho  e pai) formam o bem humorado Combo Cordeiro. Ao contrário de um cardápio fast food, esses dois gigantes da cultura musical amazônica servem composições e interpretações ultra elaboradas nesse combo, sem perder as raízes jamais. Os estilos inconfundíveis de guitarras e letras mostram o que há de mais verdadeiro nos palcos e festas de Belém e tantas cidades daquela região – Carimbó, Lambada, Guitarrada e Tecnomelody.

A experiência de Manoel, um dos fundadores da lambada nos anos 80 multiplica-se com a contemporaneidade de Felipe, um músico formado na Universidade, nas áreas de Filosofia e Música, nos palcos e, especialmente em família.

Gabriel Sater - 1º Episódio

 

Não poderia ser mais verdadeiro o termo “universo familiar” para este músico sul-mato-grossense. Além da influência direta do pai, o “menos sertanejo- mais roqueiro”, como se define, Almir Sater, ele convive com a avó pianista e pesquisadora de tradições culturais, mais o avô, organizador de tradicionais e aguardadas festas, tios e tias artistas.

Com essa família universal, Gabriel formou seu estilo através da mistura de Pantanal com América do Norte, onde morou, com muito rock e jazz  a temperar polkas, guarânias e toadas do Centro Oeste brasileiro.Hoje, Gabriel Sater pode ser considerado um artista completo. Com CDs lançados, composições incluídas em novelas, parceiro de ídolos como Luiz Carlos Sá, trabalhos como ator em TV, violonista experimentado e premiado, ele integra esse novo e diverso cenário das novas artes do Brasil. 

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